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Psoríase Brasil debate soluções para gargalo no atendimento dermatológico na ALRS

A Psoríase Brasil esteve reunida ontem (28/08), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), com a equipe do deputado estadual Dr. Thiago Duarte, representado por seu assessor Gabriel Franceschetti Müller,...

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A Psoríase Brasil esteve reunida ontem (28/08), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), com a equipe do deputado estadual Dr. Thiago Duarte, representado por seu assessor Gabriel Franceschetti Müller, para discutir alternativas ao grave problema de acesso a dermatologistas no estado. Durante o encontro, foram apresentados dados que evidenciam longas filas de espera para consultas de pacientes com doenças crônicas de pele, como psoríase e hidradenite supurativa. A associação destacou que muitas vezes a triagem realizada na atenção básica não é suficiente para identificar corretamente os casos mais graves, o que agrava a demora no diagnóstico e no início do tratamento. Entre as soluções debatidas, estiveram a ampliação do uso da telemedicina, a capacitação de profissionais da ponta para melhor encaminhamento dos pacientes, e a viabilização de mutirões de atendimento através dos programas Pró-Hospitais e SUS Gaúcho — modelos que permitem captação de recursos via hospitais filantrópicos e poderiam contribuir para reduzir a fila de espera. Ficou pré-estabelecida, ainda, a realização de uma audiência pública sobre o tema no dia 6 de outubro, às 14h30, na Sala Adão Pretto – Espaço de Convergência, como parte da campanha “Diálogos Pele Sem Barreiras”. Além disso, a associação também avalia o uso da Tribuna Popular da ALRS em setembro e articula ações de visibilidade — como a iluminação da fachada da Assembleia em 29 de outubro, Dia Mundial da Psoríase. A Psoríase Brasil reforçou que o acesso ao dermatologista segue sendo o maior gargalo enfrentado pelos pacientes com doenças crônicas de pele no Brasil e no Rio Grande do Sul, e defendeu a importância de protocolos específicos para garantir atendimento adequado e acesso a medicamentos de alto custo. Segundo a entidade, a dermatologia deve ser compreendida não como questão estética, mas como um tema urgente de saúde pública e qualidade de vida.