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Pedido de urgência na implementação do PCDT da dermatite atópica é protocolado no Ministério da Saúde

Documento encaminhado pela Psoríase Brasil, com apoio solicitado ao deputado federal Zé Haroldo Cathedral, cobra acesso efetivo aos tratamentos no SUS A cobrança do pedido por urgência na implementação do Protocolo...

Pedido de urgência na implementação do PCDT da dermatite atópica é protocolado no Ministério da Saúde
Documento encaminhado pela Psoríase Brasil, com apoio solicitado ao deputado federal Zé Haroldo Cathedral, cobra acesso efetivo aos tratamentos no SUS
A cobrança do pedido por urgência na implementação do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da dermatite atópica no Sistema Único de Saúde (SUS) foi protocolada oficialmente no Ministério da Saúde e encaminhada à área técnica competente para análise. A demanda — articulada pela Psoríase Brasil com solicitação de apoio ao presidente da Frente Parlamentar pelas Doenças Crônicas de Pele do Congresso, o deputado federal Zé Haroldo Cathedral — foi inserida no Sistema Eletrônico de Informações (SEI/MS) sob o número de protocolo 25000.035935/2026-85, formalizando o pedido por esclarecimentos e medidas concretas para garantir a implementação do PCDT e o acesso efetivo aos tratamentos previstos no sistema público de saúde. Publicado em novembro de 2025, o PCDT da dermatite atópica representa um avanço na organização do cuidado à doença no SUS, ao estabelecer critérios clínicos e diretrizes terapêuticas para pacientes em diferentes graus de gravidade. A portaria prevê prazo de até 180 dias para a disponibilização dos tratamentos na rede pública. Na prática, porém, pacientes seguem sem acesso às terapias. Segundo a Psoríase Brasil, a entidade tem recebido relatos recorrentes de pessoas que enfrentam crises intensas, dor, distúrbios do sono, impacto na saúde mental e prejuízos na vida profissional e escolar enquanto aguardam a efetivação do protocolo. A ausência de informações claras sobre fluxos assistenciais e dispensação dos medicamentos também contribui para a insegurança dos pacientes e evidencia um descompasso entre a publicação do PCDT e sua implementação nos serviços de saúde. No ofício encaminhado, a entidade questiona o Ministério da Saúde sobre o estágio atual da implementação do protocolo, a existência de um cronograma para início da oferta nos estados e as medidas adotadas para assegurar o cumprimento do prazo estabelecido. “A demora no acesso aos tratamentos não é um detalhe administrativo. É um fator que aprofunda a doença e compromete vidas”, destaca o documento encaminhado pela Psoríase Brasil. Com o protocolo formalizado no Ministério da Saúde, a entidade reforça a necessidade de garantir acesso rápido, digno e equitativo aos tratamentos, além de maior transparência sobre os prazos e fluxos de implementação do PCDT.